Neste ano, são 34 casos de meningite bacteriana, com 9 óbitos.
Uma criança de 3 anos morreu, no sábado (6), por meningite bacteriana, segundo a Prefeitura de Campinas (SP). A Secretaria Municipal de Saúde direcionou o medicamento preventivo, que é um antibiótico, para 32 pessoas que tiveram contato com a vítima. Veja aqui os sintomas da doença.
Ela apresentou sintomas graves da doença e foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Campo Grande. "Em seguida, foi transferida ao Hospital PUC-Campinas, onde chegou a ser internada, mas não resistiu e o caso evoluiu para óbito no dia 6", informou a prefeitura.
A Secretaria de Saúde informou que investiga a bactéria que causou a morte e completou que a criança estava com esquema vacinal completo contra meningite bacteriana pelo meningococo C.
Antibiótico para contatos
A criança frequentava o Centro de Educação Infantil (CEI) Idalina Caldeira Souza Pereira, no Parque Floresta. O medicamento foi direcionado para 32 pessoas - sete familiares e 25 contatos próximos da criança, como professores, funcionários e alunos que frequentam a escola.
"É considerado contato próximo quem teve exposição próxima e contínua de pelo menos quatro horas e de até um metro de distância, no período de dez dias antes do paciente apresentar os primeiros sintomas", explicou a prefeitura.
O que é a meningite bacteriana
A doença, que no ano passado causou 21 mortes em 80 casos em Campinas, causa uma inflamação no cérebro e na medula espinhal.
Segundo a prefeitura, a meningite pode ser causada tanto por vírus como bactérias, que atacam as membranas que envolvem e protegem o sistema nervoso. O atendimento médico deve ser buscado imediatamente após as primeiras suspeitas.
"É transmitida por meio de tosse, espirros e contato próximo entre as pessoas", explicou.
Neste ano, são 34 casos de meningite bacteriana, com 9 óbitos.
Sintomas da doença
- cansaço;
- febre alta;
- forte dor de cabeça;
- rigidez na nuca;
- náuseas;
- vômitos;
- abatimento geral;
- dor abdominal;
- manchas na pele;
- Em crianças menores de 1 ano, é preciso observar “inchaço” e choro persistente.
Fonte: G1
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