• O que previne?

A vacina Meningocócica B previne de meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

  • Do que é feita?

Trata-se de vacina inativada, portanto, não causa infecção.

É composta por quatro componentes (três proteínas subcapsulares e vesículas da membrana externa do meningococo B), além de hidróxido de alumínio, cloreto de sódio, histidina, sacarose e água para injeção.

  • Indicação
  1. Crianças e adolescentes, conforme recomendações das Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm).
  2. Adultos com até 50 anos, dependendo do risco epidemiológico.
  3. Viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
  4. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.
  • Contraindicação

Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

  • Esquema de doses
  1. Para crianças, as Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de duas doses e um reforço da vacina meningocócica B: aos 3 e 5 meses de vida e entre os 12 e 15 meses. O esquema, no entanto, pode variar de acordo com a idade de aplicação da primeira dose.
  2. Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês.
  3. Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.
  4. Grupos de alto risco, como pessoas vivendo com HIV, portadores de asplenia anatômica ou funcional, que tenham deficiência de complemento ou em uso de eculizumab ou outros medicamentos biológicos que interferem na via do complemento: três anos após completar o esquema, tomar uma dose de reforço.
  • Via de aplicação

Intramuscular.

  • Efeitos e eventos adversos
  1. Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados.
  2. Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). Em 0,01% a 0,1% ocorrem urticárias e outras reações alérgicas.
  3. Até o momento não foi observada anafilaxia.

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